- O IBDN – Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza é uma ONG que há 18 anos luta em prol do meio ambiente desenvolvendo diferentes tipos de projetos.
A fim de viabilizar suas iniciativas e aspirações , o IBDN vem desenvolvendo parcerias com a iniciativa privada, outras organizações não governamentais nacionais e internacionais e com instituições de ensino.
A ONG trabalha com consultoria ''ambiental'' para empresas, dentro seus trabalhos, o que nós chamou atenção foi a criação de ''selos sustentáveis'', o que é perfeito para nosso projeto, assim sendo, formaríamos uma parceria com a ONG, uma vez que ela só atua em São Paulo, Curitiba e Manaus; fazendo com que nosso projeto seja uma oportunidade para eles implantarem o seu sistema em Belo horizonte
SWOT
Dotz: Por ser um sistema muito parecido com o nosso e já estar em vigor há algum tempo, se torna um grande empecilho para o nosso projeto.
O que pode ser feito: A campanha de divulgação focar na questão da sustentabilidade e não só apenas aos prêmios, uma vez que a sustentabilidade é o grande diferencial do projeto em relação ao Dotz.
Participação do público e empresas: As pessoas e empresas podem não aderir ao projeto
O que pode ser feito: Mostrar claramente as vantagens do projeto, uma vez que os prêmios são baseados nas vendas de cada empresa participante, elas terão maior controle sobre o que oferecer para atrair o público.
O hábito e a impulsividade são os dois grandes inimigos do consumo consciente. Veja, aqui, 12 dicas superbacanas – e, o mais importante, supersimples! – para que você consuma sem consumir o mundo em que vive!
E pra quem acha que sustentabilidade é uma coisa chata, está ai uma prova que é o muito mais que o assunto do momento.
Em Londres na boate Surya a energia vem, literalmente, da energia da galera na pista de dança. Parece coisa de outro mundo, mas é um conceito bastante simples que a maioria de nos aprendeu na escola: energia mecânica gera energia elétrica.
Para isso, o chão é feito de uma cerâmica especial, que se deforma (ninguém percebe enquanto dança), gerando a energia para a boate funcionar.
Segundo seus criadores, a pista tem capacidade de gerar até 60% da energia consumida pela boate. Mas não se preocupe, se a pista não estiver ‘’bombando’’ existe um sistema de baterias, painéis de energia solar e uma turbina eólica.Segundo os donos do estabelecimento a energia até sobra e essa sobra é doada para os imóveis vizinhos, mostrando mais uma vez que para ser sustentável tem que ter atitude também.
E se você acha que a questão sustentável termina por ai, este muito enganado! As paredes da boate são sensíveis ao calor, ou seja, o termo ‘’fervendo’’ é levado muito a sério aqui, uma vez que existem medidores que mostram animação da galera com marcadores (25%%, 50%%, 75% e 100%). Até a água do banheiro vem da chuva. O bar serve apenas bebidas orgânicas, feitas sem nenhum tipo de agrotóxico ou produto químico. E pra ‘’fechar’’ o projeto, todos os materiais da boate são reciclados.
Pesquisa da consultoria ABI Research mostra que 41% dos entrevistados pagariam um pouco mais por serviços e 45% por produtos móveis ecológicos.
Os resultados de uma recente pesquisa conduzida nos Estados Unidos pela consultoria ABI Research com usuários de serviços móveis e telefones celulares mostram que metade dos entrevistados se dizem dispostos a serem influenciados por “credenciais verdes” dos fabricantes, na hora da compra.
Consumidores jovens demonstraram maior desejo de adotar este tipo de ação do que os mais velhos: 41% dos entrevistados indicaram que pagariam um pouco mais por serviços e 45% por produtos de empresas com políticas ecológicas. A pesquisa entrevistou 2 000 pessoas.
De acordo com a ABI Research, questões ambientais sequer eram um ponto considerado há alguns anos. Agora, assinantes de todas as faixas etárias estão demonstrando um pouco mais de preocupação e interesse em aparelhos e serviços “verdes”.
Os provedores de serviço que primeiro fizerem a conexão entre a preocupação ambiental em seus negócios e seus assinantes levarão vantagem em suas curvas de crescimento.
Além disso, ressalta a consultoria, continua necessário realizar campanhas de educação a respeito de descarte de baterias e acúmulo de lixo eletrônico. Para a ABI Research, se os consumidores de serviço de telefonia não estão conscientes a respeito de questões ambientais envolvendo serviços e aparelhos, cabe à indústria de telecomunições educá-los.
A Coca Cola pode descer ainda mais redonda em uma embalagem quadrada. Foi essa a sacada do designer Andrew Kim ao alongar as embalagens do refrigerante e transformar as curvas em quinas. O objetivo é a funcionalidade, esse formato é mais facilmente estocado e transportado por ocupar menos espaço. Consequentemente, mais verde, já que a emissão de carbono seria reduzida com a otimização de espaço no transporte.
O projeto prevê também uma forma das garrafas se encaixarem verticalmente, racionalizando ainda mais a ocupação de espaço. Quando o refri acabar, a garrafinha pode ser comprimida como uma sanfona, tornando-se 66% menor. A idéia desse ‘efeito sanfona’ é estimular ainda mais a reciclagem e aumentar o retorno das tampinhas, pois as mesmas são necessárias para manter a garrafa comprimida. Legal pra chuchu!
Aproveitando o assunto sobre ‘’pegadas’’, vamos trazer mais conceito: Pegada Ecólogica. Na verdade a Pegada de Carbono que discutimos anteriormente, faz parte da Pegada Ecólogica, a grande diferença é que a ultima faz uma estimativa de ‘’todos’’ os recursos naturais necessários para manter o estilo de vida de uma pessoa.
Algumas componentes desse calculo são:
• área de energia fóssil (representa a área de deveríamos reservar para a absorção do CO2 que é libertado em excesso)
• terra arável (representa a área de terreno agrícola necessária para suprimir as necessidades alimentícias da população)
• pastagens (representa a área necessária para criar o gado em condições minimamente "razoáveis")
• floresta (representa a área de floresta necessária para fornecer madeira e seus derivados e outros produtos não lenhosos)
• área urbanizada (representa a área necessária para a construção de edifícios)
Muitas ONGS como por exemplo a WWF, possuem um quiz, bastante simples, como o da pegada de carbono. Terminando o post com uma citação, para refletir sobre o assunto.
“Nos últimos 30 anos, a pegada ecológica da humanidade aumentou a ponto de exceder a capacidade biológica da Terra em torno de 20% Esse excesso, além da capacidade que a biosfera tem de manter a vida, depleta o capital natural do planeta, e portanto só é possível por um período limitado de tempo.” WorldwatchInstitute
A nova moeda do mundo se chama Carbono. Os chamados ‘’créditos de carbono’’ são certificados que autorizam a poluição. É um principio bem simples na verdade: toda indústria tem uma ‘’cota’’ de CO2 que pode emitir, uma vez que esse limite é excedido à indústria em questão tem que pagar uma multa ou então, comprar de outra indústria parte de sua ‘’cota’’ já que ela está abaixo do limite. Este sistema permite que cada indústria estabeleça e programe seu próprio ritmo de adequação as leis ambientais.
Os créditos de carbono apesar do nome valem para qualquer gás do efeito estufa (GEE) e estes certificados podem ser comercializados através das Bolsas de Valores e de Mercadorias, como o exemplo do Clean Air de 1970, e os contratos na bolsa estadunidense.
Trata-se de uma tática nem um pouco idealista, porem no mundo capitalista selvagem em que vivemos hoje, é um ótimo meio de fazer com que as pessoas se preocupem com o meio-ambiente, uma vez que tudo que ‘’meche’’ no bolso merece uma atenção especial.